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                 Boletim informativo CIPA/ICMC/USP-Julho de 2017- Gestão 2017/2018

 

A qualidade dos EPIs

 

Para que um funcionário possa desempenhar suas atividades diárias sem qualquer tipo de complicação ou problema, é necessário que ele tenha a certeza de que está seguro e protegido contra as possíveis acidentes, lesões, complicações e doenças. 

Os EPIs (equipamentos de proteção individual) devem ser utilizados os todos os empregados envolvidos em um ambiente de trabalho que possa oferecer riscos à sua saúde. É obrigação da empresa disponibilizar EPIs de boa qualidade, garantindo o bem-estar e as integridades física e mental de seus funcionários.

 

Por que a qualidade é importante? 

Não basta apenas usar EPIs: equipamentos de baixa qualidade ou fora das especificações podem ser um problema, pois seu mal funcionamento pode implicar em danos ao usuário. Para isso, o Ministério do Trabalho e Emprego avalia a qualidade de EPIs, certificando aqueles que fornecem a proteção necessária a cada tipo de trabalho. Essa certificação pode ser consultada no site www.consultaca.com. 

É importante que os equipamentos sejam confeccionados sob padrões de qualidade rígidos, e que os materiais sejam de qualidade. Somente desta forma podem efetivamente fornecer proteção sem ser desconfortáveis, já que algumas vezes o trabalhador os utilizará por longos períodos. Vale ressaltar que produtos de baixa qualidade podem em muitos casos até agravar acidentes, gerando complicações médicas e comprometendo ainda mais a saúde do trabalhador.

 

A NR6 e os EPIs 

A qualidade dos equipamentos de proteção individual é regulamentada pela NR6, que exige o certificado de aprovação do produto antes de sua comercialização, seja ele nacional ou importado. O certificado tem validade de 5 anos, e deve ser requisitado novamente ao fim do período.

Os testes são feitos conforme normas do Inmetro, disponíveis nesse link.

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

http://www.trtsp.jus.br/geral/tribunal2/LEGIS/CLT/NRs/NR_6.html

http://www.inmetro.gov.br/qualidade/iaac/epi.asp

http://www.aplequipamentos.com.br/qualidade-dos-epis 

http://www.epi-tuiuti.com.br/blog/o-que-e-o-certificado-de-aprovacao-ca-de-epi/

 

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

GESTÃO 2017/2018 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Alexandre Reis de Oliveira – Presidente; Lívia Rodrigues Miyake – Vice-Presidente/Secretário; Giovano de Oliveira Cardozo; Pedro Geraldo Jacinto; José Aparecido Donizeti Bafuni;

Marcos Vinícius Cola; Reinaldo Mizutani; Willian Dener de Olveira;

 

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Boletim informativo CIPA/ICMC/USP - abril de 2017 - Gestão 2016/2017  

C.A.T. - Comunicação de Acidente de Trabalho

CAT

     Segurança do Trabalho é o conjunto de medidas técnicas, médicas e educacionais, empregadas para prevenir acidentes, quer eliminando condições inseguras do ambiente de trabalho, quer instruindo ou convencionando pessoas na implantação de práticas preventivas.

    Por Acidente do Trabalho entende-se que é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, que cause a morte, ou perda, ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. O Acidente de Trajeto fica caracterizado como acidente de trabalho também desde que ocorra na ida ou na volta do trabalho, ou o ocorrido no mesmo trajeto quando o trabalhador efetua as refeições na sua residência. Deixa de caracterizar-se o acidente quando o trabalhador tenha, por vontade própria, interrompido ou alterado o trajeto normal.

     Doença Profissional é aquela produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e o da Previdência Social, como, por exemplo, Saturnismo (intoxicação provocada pelo chumbo) e Silicose (sílica). Doença do Trabalho é aquela adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente (também constante da relação supracitada), como, por exemplo, Disacusia (surdez) em trabalho realizado em local extremamente ruidoso. Já o termo Incidente, no conceito prevencionista, é todo acidente sem lesão física, sendo que esta conceituação permite a análise de todos os acidentes ocorridos, para que possamos descobrir as verdadeiras causas e as consequentes medidas de prevenção.

      

Causas do Acidente de Trabalho

     Em um passado não muito distante, a responsabilidade do acidente do trabalho era colocada muito mais nos trabalhadores através dos atos inseguros. Essa tendência acabou criando uma "consciência culposa" nos mesmos, sendo que era tendência a negligência, o descuido, a facilitação e o excesso de confiança serem apontados como causas dos acidentes.

     Atualmente, com o avanço e a socialização das técnicas prevencionistas, o que queremos é apurar quais são as verdadeiras causas e não os culpados pelos acidentes do trabalho, portanto, não é que não exista o ato inseguro e a condição insegura, o que precisamos é compreendê-los melhor.

     Condição insegura é a condição do meio ambiente de trabalho, que causou o acidente, ou contribuiu para a sua ocorrência. Fator pessoal de insegurança é a causa relativa ao comportamento humano que propicia a ocorrência de acidentes como, por exemplo, doença na família, excesso de horas extras, problemas conjugais, etc.

Comunicação de Acidente do Trabalho (C.A.T.)

     A Lei nº 8.213/91 determina no seu artigo 22 que todo acidente de trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS, sob pena de multa em caso de omissão.

Tipos de C.A.T

     • C.A.T. inicial: acidente do trabalho, típico ou de trajeto, ou doença profissional ou do trabalho;

     • C.A.T. de reabertura: reinício de tratamento ou afastamento por agravamento de lesão de acidente do trabalho ou doença profissional ou do trabalho, já comunicado anteriormente ao INSS;

     • C.A.T. de comunicação de óbito: falecimento decorrente de acidente ou doença profissional ou do trabalho, ocorrido após a emissão da C.A.T. inicial.

     A comunicação em epígrafe deverá ser feita ao INSS, em 24 horas, em seis vias, com a seguinte destinação:

     1) ao INSS;

     2) à empresa;

     3) ao segurado ou dependente;

     4) ao sindicato de classe do trabalhador;

     5) ao Sistema Único de Saúde (SUS);

     6) à Delegacia Regional do Trabalho Técnicas de Investigação de acidentes

A quem interessa a prevenção de acidentes?

     • Ao trabalhador:

           assegura qualidade de vida;

           evita perda de rendimentos;

           mantém sua autoestima;

           trabalho como prazer, alegria, motivação para vida.

     • Ao empregador:

           ganhos de produtividade;

           preservação da imagem da empresa perante à comunidade;

           redução dos custos diretos e indiretos;

           diminuição de litígios trabalhistas;

           menor rotatividade da mão-de-obra.

     • A sociedade/governo:

           menores encargos previdenciários;

           imagem positiva da nação perante organismos internacionais;

           valorização do ser humano por meio de políticas públicas;

           diminuição do "Custo Brasil".

 

    A prevenção de acidentes deve obedecer a um processo dinâmico e constante que se caracterize por ações efetivamente prevencionistas que devem ser tomadas no sentido de evitar, eliminar, controlar ou impedir a evolução e consolidação dos riscos no ambiente de trabalho.

      A cuidadosa investigação de um acidente oferece elementos valiosos para a análise que deve ser feita, concluindo-se sobre suas causas e suas consequências.

      A análise dos acidentes fornece dados que se acumulam e possibilitam uma visão mais correta sobre as condições de trabalho nas empresas, com indicações sobre os tipos de acidentes mais comuns, as causas mais atuantes, a gravidade das consequências e os setores que necessitam de maior atenção do SESMT e da CIPA.

Passos a serem seguidos:

     01) Levantar os fatos, fazendo pesquisa no local do acidente e entrevistas com as pessoas envolvidas;

     02) Ordenar os fatos e não fazer pré-julgamentos;

     03) Identificar as causas, sem querer achar um culpado;

     04) Definir as medidas preventivas que visem eliminar o risco identificado.

     A realidade demonstra que a melhor maneira de evitar acidentes é praticar a prevenção, a análise de acidentes estruturada em fatos reais, com a participação efetiva de todos os envolvidos, proposição de medidas viáveis e consensuais para evitar a reincidência constituem-se em uma arma valiosa na prevenção de acidentes quer de ordem pessoal, quer de ordem material.

     Investigar um acidente é reconstituir o ocorrido através dos vestígios encontrados no local e através dos dados coletados nas indagações feitas junto aos elementos diretamente envolvidos com o acidente.

     Após as providências imediatas (socorro ao acidentado e marcha normal do processo), iniciar imediatamente, no próprio local do evento, a investigação do acidente que deve ser feita por todos os envolvidos na análise e deve necessariamente ser realizada no local do evento. 

      A investigação deve ser a mais completa possível e não omitir os seguintes aspectos:

     • Tarefa no momento do acidente;

     • Descrição do acidente;

     • Equipamentos envolvidos;

     • Ferramentas utilizadas;

     • E.P.I.'s utilizados;

     • Produtos envolvidos;

     • Tipo de acidente;

     • Fator pessoal.

 

Se você sofreu ou presenciou uma situação de quase acidente ou identificou uma situação de risco, contate-nos para fazer a notificação do ocorrido: por e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) ou se preferir, procure um dos membros da CIPA.

 

Fontes:

http://cipa.fmrp.usp.br/Html/CAT.htm

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

GESTÃO 2016/2017 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Thiago Brum Zanoello – Presidente; Lívia Rodrigues Miyake – Vice-Presidente/Secretária; Ana Quintino de Oliveira Fernandes; Antônio Carlos Frazão; Monique da Conceição; Pedro Geraldo Jacinto; Rafael Prenholato; Wanderley Antônio Laurindo Junior

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Boletim informativo CIPA/ICMC/USP - Março de 2017 - Gestão 2016/2017  

A importância da Ginástica Laboral no trabalho

     Em tempos de ritmos de vida acelerados, uma prática tem se destacado como forma de relaxamento e prevenção de doenças ocupacionais, a ginástica laboral. Esta prática de mais de 100 anos vem ganhando força no ambiente corporativo, uma vez que se detecta cada vez mais casos de stress e adoecimentos decorrentes do ritmo de vida apressado no trabalho. As mudanças empresariais decorrentes da globalização trazem muitas melhorias porém que vêm acompanhadas de maiores cobranças de rendimento e desempenho.

     A ginástica laboral, nada mais é do que a prática voluntária de fazer atividade física, realizada pelos trabalhadores coletivamente, no próprio local de trabalho, durante a sua jornada diária, visando melhorar a condição física do trabalhador, com o objetivo de promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas. A ginástica laboral não sobrecarrega nem cansa os colaboradores, pois é leve, com exercícios voltados para o relaxamento do corpo, de curta duração, com certa de 10 a 20 minutos de aula por dia.

     Através de diferentes tipos de exercícios esses profissionais fazem com que os colaboradores se interajam, uma vez que as aulas geralmente acontecem por departamento, e diminuam a fadiga visual, corporal e mental por meio das pausas para os exercícios.

     Os exercícios da ginástica laboral trabalham a reeducação postural, com exercícios para a coluna, costas e pernas, a consciência corporal, com exercícios de alongamento em que as pessoas passam a conhecer seus limites, as tensões acumuladas no trabalho, com exercícios para os ombros, exercícios de respiração e relaxamento. Essa atividade se mostra muito eficiente para aliviar estresse, diminuir o sedentarismo, aumentar o ânimo para o trabalho, prevenir lesões e traumas, como a LER (Lesão por Esforços Repetitivos) e Dort (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) causados por movimentos e esforços repetitivos decorrentes do trabalho.

     Ao promover a ginástica laboral as empresas se mostram preocupadas com a qualidade de vida de seus colaboradores e com outros benefícios como a redução de faltas dos funcionários originadas por afastamentos por doenças ocupacionais, minimização de quedas e acidentes de trabalho, redução de custos advindos dessas situações. Essa prática proporciona ainda, aumento da produtividade decorrentes de melhora da atenção, concentração nas atividades desempenhadas, proporcionando maior disposição do funcionário e ainda melhora a imagem da instituição junto aos empregados e a sociedade.

     Essa prática vem ganhando muitos adeptos devidos aos resultados proporcionados e com isso as empresas têm investido cada vez mais em práticas desse tipo que aliviam o trabalho e se tornam muito importante para o crescimento e desenvolvimento da empresa, afinal funcionários saudáveis, satisfeitos e motivados são essenciais para o bom rendimento da empresa.

 

8 benefícios da ginástica laboral no ambiente de trabalho:

 

Prevenção de doenças ocupacionais

     Diversas profissões estão associadas a doenças osteomusculares. Seja devido à postura que exigem do trabalhador ou à repetição de um mesmo movimento durante horas, com o passar dos anos, o acúmulo dessas lesões provoca os denominados Distúrbios Ostemusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). A ginástica laboral, ao dar ao trabalhador um tempo de pausa do trabalho, com mobilidade e exercícios de flexibilidade, ajuda a prevenir essas lesões.

Redução do sedentarismo

     A ginástica estimula o trabalhador a se movimentar, impedindo que passe muitas horas seguidas numa mesma posição. A maioria dos funcionários em escritórios passam a maior parte do tempo no ambiente de trabalho sentados, o que traz prejuízos à saúde com o aumento do risco de desenvolvimento de diabetes ou infartos e redução da expectativa de vida. Os alongamentos da ginástica laboral, embora de curta duração, são suficientes para reduzir esses riscos já que promovem adaptações fisiológicas de aumento da circulação sanguínea, maior nutrição tecidual e movimentação da musculatura.

Melhora do condicionamento físico

     Apesar de simples, os alongamentos são planejados para cada trabalhador de modo a atuar sobre a musculatura, os tendões e as articulações mais susceptíveis a lesão de acordo com sua função. Dessa forma, os exercícios agem aumentando a amplitude do movimento das articulações, a força muscular e tornando o trabalhador mais flexível e mais resistente aos movimentos e às posturas do trabalho.

Reduz a fadiga

     As pausas promovidas pela ginástica laboral, além de ajudarem a combater a fadiga corporal, relaxando a musculatura, promovem a redução da fadiga visual, provocada pelo uso constante de computadores, e da fadiga mental, oferecendo um escape às horas seguidas de trabalho intenso.

Combate tensões emocionais

     Além dos alongamentos, a ginástica laboral utiliza de jogos cooperativos e dinâmicas para criar um ambiente descontraído que facilita a comunicação entre os funcionários, reduzindo o estresse e favorecendo as relações interpessoais. O sentimento de trabalho em equipe é promovido, criando um ambiente mais agradável e favorável à produtividade.

Melhora autoestima

Os exercícios ajudam no desenvolvimento de uma maior consciência corporal, na compreensão do funcionamento do próprio corpo e na determinação de seus limites e de suas capacidades físicas. Além disso, oferece um estímulo para discussões relacionadas à promoção de saúde, como uma alimentação adequada e a importância do exercício físico no dia a dia.

Aumenta a produtividade

Um funcionário mais descansado física e emocionalmente será capaz de realizar melhor seu trabalho. As pausas promovidas pela ginástica laboral aumentam a disposição e a eficiência do trabalhador, otimizando sua produtividade e beneficiando toda a empresa.

Diminui os afastamentos médicos

O maior bem-estar dos funcionários previne acidentes de trabalho, absenteísmos e afastamentos por doenças ocupacionais. Se o trabalhador não está doente, consegue trabalhar mais e melhor, aumentando sua eficiência e postergando a aposentadoria, o que beneficia tanto o empregado quanto o empregador.

Devido à sua baixa intensidade, a ginástica laboral não chega a sobrecarregar o trabalhador, não havendo qualquer contraindicação. Os benefícios são amplos e cobrem tanto a saúde dos funcionários quanto a produtividade, beneficiando também a empresa a curto prazo e a longo prazo.

 

Participem das atividades de ginástica laboral realizadas nas dependências do ICMC.

 

Fontes:

http://blog.sst.com.br/os-8-beneficios-da-ginastica-laboral-ambiente-de-trabalho/

https://www.dm.com.br/opiniao/2015/11/importancia-da-ginastica-laboral-no-trabalho.html

 

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

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Thiago Brum Zanoello – Presidente; Lívia Rodrigues Miyake – Vice-Presidente/Secretária; Ana Quintino de Oliveira Fernandes; Antônio Carlos Frazão; Monique da Conceição; Pedro Geraldo Jacinto; Rafael Prenholato; Wanderley Antônio Laurindo Junior

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Boletim informativo CIPA/ICMC/USP - Fevereiro de 2017 - Gestão 2016/2017  

Dengue, Zika e Chikungunya: saiba como prevenir

     Dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo vetor: o mosquito aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos.     O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que após os primeiros sintomas o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente começar a ter qualquer um desses sintomas, ele primeiro deve evitar o uso de medicação sem indicação médica, principalmente para baixar a febre, reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.

     A automedicação pode ser perigosa, principalmente em casos de dengue. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros, pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya tem bom prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o secretário.

     A melhor forma de prevenir estas doenças é a eliminação do vetor. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros do aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. Eliminar garrafas, sacos plásticos e pneus velhos que ficam expostos à chuva, além de tampar recipientes que acumulam água como caixas d´agua e piscina, são fundamentais para este controle. Para chamar a atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do aedes aegypty, o Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue". A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do aedes. 

Sábado de faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue

     A reprodução do aedes aegypti, também conhecido como o "mosquito da dengue", costuma ser mais intensa durante o verão. O mosquito, que também é o transmissor da chikungunya e do vírus zika, não escolhe o bairro ou casa para se reproduzir. Ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.

     Para chamar a atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do aedes aegypti, o Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue". A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do aedes.

     O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) mostrou que 199 municípios brasileiros estão em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika. Mais de 4% das casas visitadas nestas cidades continham larvas do mosquito. O Ministério da Saúde registrou, até 14 de novembro, 1,5 milhão casos prováveis de dengue no país. O aumento é de 176%, comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 555,4 mil no ano passado.

     Em 45 dias um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. É bom lembrar que o ovo do aedes aegypti pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado estiver seco. Se a área receber água novamente, o ovo ficará ativo e poderá atingir a fase adulta em poucos dias. Por isso, após eliminar a água parada, é importante lavar os recipientes com água e sabão.

   O governo federal também está fazendo sua parte, com a capacitação de pessoal de estados e municípios para identificar locais de proliferação do mosquito e distribuição de larvicidas, inseticidas e kits de combate. O Ministério da Saúde repassou, até novembro deste ano, R$ 1,25 bilhão aos governos estaduais e municipais para o combate ao mosquito.

     Confira abaixo o check list e aproveite o sábado para deixar sua casa livre da dengue!

 

Fontes:

http://www.blog.saude.gov.br/index.php/combate-ao-aedes/50406-dengue-zika-e-chikungunya-saiba-como-prevenir 

http://www.blog.saude.gov.br/promocao-da-saude/50392-sabado-de-faxina-nao-de-folga-para-o-mosquito-da-dengue

 

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

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Boletim informativo CIPA/ICMC/USP-Janeiro de 2017- Gestão 2016/2017

     Durante o verão, aumentam as atividades realizadas ao ar livre. A radiação solar incide com mais intensidade sobre a Terra, aumentando o risco de queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Por isso, não podemos deixar a foto proteção de lado. Veja a seguir dicas para aproveitar a estação mais quente do ano sem colocar a saúde em risco.

Roupas e acessórios

     Além do filtro solar (nosso de todo dia), no verão é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois  retêm cerca de 90% das radiação UV.  Tecidos sintéticos, como o nylon, retêm apenas 30%. Evite a exposição solar entre 10h e 16h (horário de verão). As barracas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV.  Outro objeto que tem extrema importância são os óculos de sol, que previnem cataratas e lesões á córnea.

Filtro solar

     O verão é o momento de intensificar o uso de filtro solar, que deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer.  Os produtos com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou 20 podem ser usados no dia a dia; e o FPS 30 ou superior  é ideal para uma exposição mais longa ao sol (praia, piscina, pesca etc.).

     O produto deve proteger contra os raios UVA (indicado pelo PPD) e contra os raios UVB (indicado pelo FPS). Aplique o produto 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva. Reaplique-o a cada duas horas, mas fique atento, esse tempo diminui se houver transpiração excessiva ou se você entrar na água. Aplique o protetor uniformemente em todas as partes de corpo, isso inclui mãos, orelhas, nuca, pés

     Uma dica bacana é que o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos impede que eles se danifiquem com o vento, calor ou maresia. Não se esqueça de proteger as cicatrizes. Quando novas podem ficar escuras se não forem protegidas. Se antigas podem desenvolver tumores na pele, apesar de ser um evento raro. Pode ser colocado o filtro na própria cicatriz ou protegê-las com adesivos ou esparadrapos.

     Em crianças, inicia-se o uso do filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele sensível da criança, de preferência os filtros físicos. Você pode pedir orientação a um pediatra ou a um dermatologista sobre qual o melhor tipo para cada caso. É preciso que as crianças e jovens criem o hábito de usar o protetor solar diariamente, pois 75% da radiação acumulada durante toda a vida ocorre na faixa entre 0 e 20 anos.

     Alerta: As pessoas de pele negra têm uma proteção “natural” da pele, pela maior quantidade de melanina produzida, mas não podem esquecer da foto proteção, pois também estão sujeitas a queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Assim como as pessoas de pele mais clara, precisam usar filtro solar, roupas e acessórios apropriados diariamente. Ótimo!

 

HÁBITOS DIÁRIOS

 

 

   As temperaturas mais quentes exigem hidratação redobrada, por dentro e por fora. Aumente a ingestão de líquidos no verão e abuse da água, suco de frutas e da água de coco. Todos os dias, aplique um bom hidratante, que ajuda a manter a quantidade de água na pele entre 10% a 30%.

     Alguns alimentos podem ajudar na prevenção dos danos que o sol causa à pele, como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois contêm carotenoides, substância que se deposita na pele e retém as radiações ultravioletas. Esta substância é encontrada nas frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha.

     No verão estamos mais dispostos a comer alimentos saudáveis, carnes grelhadas, alimentos crus e cozidos. Frutas e legumes com alto teor de água e com baixo teor de carboidratos e muitas fibras também são muito comuns nesta época. Aposte nestes alimentos para ajudar na hidratação do corpo, prevenir doenças e os sinais do envelhecimento. 

     No banho, use sabonetes compatíveis com o tipo de pele. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.

 

DOENÇAS DE PELE

A combinação sol, praia, areia ou piscina mais o excesso de suor elevam o risco de algumas doenças da pele. Saiba mais a seguir.

Micoses

As micoses podem se manifestar na pele, no couro cabeludo e nas unhas. Vale lembrar que ninguém está livre delas, crianças, jovens, adultos e idosos. Os pés, a virilha e as unhas são os lugares mais comuns em que elas aparecem, mas isso não significa que outras partes do corpo estejam livres das terríveis micoses. São infecções causadas por fungos que se alimentam da queratina presente nesses locais. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como: calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos em longo prazo, estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença.

A melhor forma de evitar as micoses é mantendo hábitos de higiene, como: secar-se após o banho, principalmente áreas de dobras da pele, como virilha, entre os dedos dos pés, axilas. Não andar descalço em pisos constantemente úmidos (lava-pés, vestiários, saunas). Usar somente o seu material de manicure. Evite usar calçados fechados o máximo possível.  Opte pelos mais largos e ventilados.

 

Brotoejas

Aquelas pequenas bolinhas na pele também costumam dar o ar da graça nos dias de calor. Elas surgem principalmente em bebês por conta do contato da pele com o suor nas “dobrinhas” da pele ou das roupas. Elas aparecem quando há entupimento das glândulas sudoríparas. Podem ser bolhas transparentes e podem não coçar quando a obstrução for superficial; ou avermelhadas e coçarem muito quando a obstrução dos canais das glândulas por mais profundo. Usar roupas frescas no calor, evitar locais muito abafados que propiciam a sudorese excessiva, são algumas dicas para evitar brotoejas, principalmente em pessoas predispostas.

 

Manchas e sardas brancas

As manchas e as sardas brancas surgem devagar e quando menos se espera, elas estão lá fixadas na pele como mini-pontinhos. Elas são danos que os raios solares causaram na pele e aparecem como tempo.

As manchas são conhecidas como manchas senis, ou melanoses solares. Em geral, são manchas escuras, de coloração entre castanho e marrom, geralmente pequenas. Surgem em áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros.

As sardas brancas aparecem quando há ação acumulativa da radiação solar sobre áreas de pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida, provocando alterações nos melanócitos.

A melhor forma de evitá-las é não se esquecendo do protetor solar para que não apareçam novas lesões. As manchas e sardas têm tratamento, feito por um dermatologista especializado. Ele irá avaliar sua pele e as lesões e indicar o melhor tratamento.

Essas lesões são benignas, não evoluem para o câncer da pele; entretanto, são marcadores de foto exposição e foto dano. Por esse motivo, o acompanhamento regular desses pacientes com dermatologista, é fundamental para uma perfeita avaliação e acompanhamento.

Acne solar

É provocada pela mistura da oleosidade da pele com o uso do filtro solar. Lave o rosto com sabonete ideal para o tipo de pele, use tônicos mais adstringentes e procure usar filtros solares com base aquosa ou em gel, esses produtos deixam a pele mais seca, o que pode diminuir a oleosidade da pele.

 

Fonte: http://www.sbd.org.br/cuidado/cuidados-com-a-pele-no-verao/

 

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

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Thiago Brum Zanoello – Presidente; Lívia Rodrigues Miyake – Vice-Presidente/Secretária; Ana Quintino de Oliveira Fernandes; Antônio Carlos Frazão; Monique da Conceição; Pedro Geraldo Jacinto; Rafael Prenholato; Wanderley Antônio Laurindo Junior

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Mapas de Risco

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